Especialistas observam que pacientes que chegam ao hospital com problemas nas coronárias (artérias que irrigam o coração), como infarto ou isquemia, frequentemente apresentam personalidade competitiva, explosiva ou agressiva.
Uma meta-análise de 44 estudos, que deve ser divulgada amanhã no "Journal of the American College of Cardiology", vem ao encontro dessa constatação. O trabalho mostra que pessoas propensas a ter acessos de raiva e agressividade têm 19% mais risco de sofrer de um evento cardiovascular, mesmo quando são saudáveis.
Baseado em dados de quase 80 mil pacientes, o estudo ainda aponta que pessoas com essas características e também com doenças cardiovasculares têm risco aumentado em 24%.Segundo os pesquisadores, uma das formas de a hostilidade contribuir para problemas cardiovasculares são os maus hábitos adquiridos. Para eles, pessoas mais agressivas, em geral, dormem mal, exercitam-se menos, fumam mais e aderem menos a tratamentos de saúde.
Mas os rompantes de raiva também contribuem para o aumento da chance de um evento cardiovascular ocorrer. "Grandes estudos mostram um risco até 70% maior de doenças cardiovasculares em pessoas com tendência a competitividade e agressividade", diz a psicóloga Ana Lúcia Ribeiro, diretora do Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.
Durante um momento de agressividade, o organismo libera adrenalina, hormônio que eleva a frequência e a força dos batimentos cardíacos e causa contração das artérias, diminuindo seu calibre. Nessa situação, a pressão arterial também aumenta, e o coração precisa de mais oxigênio, contribuindo para um cenário pouco amistoso àqueles que já sofrem de algum comprometimento das artérias, ainda que pequeno e não diagnosticado. Um eventual entupimento dos vasos leva a um desequilíbrio na oxigenação do coração, podendo causar de isquemias a infarto.
Os efeitos da descarga de adrenalina podem ser sentidos em qualquer faixa etária e sexo. "O universo competitivo, no qual estão mais jovens e também mulheres, é sem dúvida onde se encontram mais problemas cardiovasculares", afirma Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia clínica do HCor (Hospital do Coração).
Dor no peito
A dor no peito pode ser o primeiro sinal de que a pressão excessiva está causando algum dano ao coração. O sintoma, porém, pode indicar esofagite, gastrite ou hérnia de hiato.
O tratamento multidisciplinar do paciente com histórico de doenças cardíacas ou fatores de risco já é adotado nos principais centros e é uma tendência entre os cardiologistas.
É necessário identificar a causa da raiva ou agressividade, com uma autoanálise ou ajuda de psicoterapia. É preciso, ainda, monitorar outros fatores de risco, como peso, pressão arterial e prática de exercícios. "Esse conjunto ajuda a diminuir os acessos de raiva. O paciente fica mais satisfeito consigo e com a vida", diz Pavanello.
Para ele, o médico deve ouvir o paciente e saber como é seu dia-a-dia. "Estamos cada vez mais atentos a raiva, agressividade e estresse porque esses fatores são difíceis de serem quantificados. É possível medir o colesterol, mas a ansiedade, a depressão e a raiva, não. O paciente nem sempre está preparado para mostrar o que acontece. E nem todo médico, para ouvir e lidar com isso", analisa.
Autor: folhaonline.com.br
Disponível em: http://www.bacananews.com.br/4/index.php
segunda-feira, 16 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
Sexo matinal, tônico para o organismo
Quer maneira melhor de começar o dia do que fazendo amor com a pessoa amada, após um descanso noturno reparador? Sem dúvida é um grande "energético" para enfrentar o dia que se inicia com entusiasmo renovado. Mas, além disso, acaba de ficar provado que pode ser muito benéfico não só para a alma, mas também para o corpo.
De acordo com um estudo da Universidade Queen's de Belfast (Reino Unido), sexo pela manhã melhora o funcionamento de diferentes órgãos, reforça as defesas imunológicas, melhora a circulação e diminui a pressão. Além disso, permite queimar calorias, reduz o risco de diabetes, fortalece ossos e músculos, e ajuda a alivar a artrite e dores de cabeça.Entre outras descobertas, o trabalho publicado na revista britânica "New Scientist" destaca que fazer sexo pela manhã é uma atividade física que permite queimar até 3.000 calorias por hora.
Além disso, os casais que começam o dia fazendo amor têm melhor aparência, já que o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio e outros hormônios diretamente relacionados ao brilho e textura da pele, e com a saúde do cabelo. O estudo britânico também sugere que os homens produzem mais testosterona se fazem sexo de manhã.
Sobre a mulher, outro estudo anterior da Universidade do Estado de Nova York, feito com 300 estudantes, sugere que aquelas que fazem amor de manhã podem melhoram de forma considerável seu ânimo e têm menos tendência a desenvolver um quadro depressivo.
Outra pesquisa feita recentemente pela Escola de Medicina de Yale (Estados Unidos), também aconselha o sexo matutino, garantindo que, na mulher, tem um efeito protetor contra a endometriose, ou seja, o surgimento e crescimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina.
Sobre a mulher, outro estudo anterior da Universidade do Estado de Nova York, feito com 300 estudantes, sugere que aquelas que fazem amor de manhã podem melhoram de forma considerável seu ânimo e têm menos tendência a desenvolver um quadro depressivo.
Outra pesquisa feita recentemente pela Escola de Medicina de Yale (Estados Unidos), também aconselha o sexo matutino, garantindo que, na mulher, tem um efeito protetor contra a endometriose, ou seja, o surgimento e crescimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina.
Reações bioquímicas. 

Grande parte dos benefícios fisiológicos do sexo se deve ao turbilhão de reações bioquímicas que acontece no organismo antes, durante e após um ato prazeroso. A atividade sexual aumenta a auto-estima, estimula a criatividade, promove o autoconhecimento e revitaliza. Além disso, uma vida amorosa ativa é um bom antídoto contra os problemas mentais e há evidências de uma estreita relação entre as disfunções sexuais e os estados depressivos.
Já existe uma considerável base científica que indica que praticar sexo é uma forma apaixonante de entrar em forma, semelhante a fazer algum esporte, e que manter uma vida sexual ativa melhora a qualidade de vida das pessoas.
Já existe uma considerável base científica que indica que praticar sexo é uma forma apaixonante de entrar em forma, semelhante a fazer algum esporte, e que manter uma vida sexual ativa melhora a qualidade de vida das pessoas.
Por exemplo, sabe-se que o sexo aumenta a vitalidade, já que o aumento da capacidade cardiorrespiratória que ocorre durante o ato sexual oferece mais energia ao organismo, o que favorece a mobilidade dos músculos e aumenta a sensação de agilidade.
Além disso, durante o ato sexual, o sistema nervoso associado ao aparelho respiratório se prepara para uma etapa de ação intensa, aumentando seu ritmo de funcionamento. Ao respirar ativamente, ativa-se a inspiração do ar e, assim, chega mais oxigênio a todos os órgãos e tecidos.
Além disso, durante o ato sexual, o sistema nervoso associado ao aparelho respiratório se prepara para uma etapa de ação intensa, aumentando seu ritmo de funcionamento. Ao respirar ativamente, ativa-se a inspiração do ar e, assim, chega mais oxigênio a todos os órgãos e tecidos.
Por Rocío Gaia.EFE-REPORTAGENS.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Sentir falta de alguém...
Sentir falta de alguém...
Amigos, nesse Blog quero apenas coisas que nos fazem ter uma vida melhor. Que nos levem ao BEM VIVER.
Mas na semana passada, fomos (eu e meu esposo) levar nossos dois filhos para fazerem o ensino médio em outra cidade (400 km de distância). Eu nunca me separei deles antes. Meu esposo foi embora e eu fiquei com eles de segunda a domingo, quando voltei para minha cidade e os deixei lá. Não chorei, mantive o sorriso, olhar alegre.
Ta, mas na segunda, horário de almoço,...cheguei do trabalho, olhei na mesa, 2 pratos postos...quase engasguei. Mas não chorei. Estou tentando ser forte. Quando chega a noite, os dois quartos deles, as duas camas vazias... A cada dia a falta aumenta. Mesmo ligando cedo e a tarde, ( a net deles ainda não foi instalada) vai ficando difícil de segurar o choro. Quase não olho pras pessoas, quando perguntam sobre eles.
Mas temos um propósito: Além de receberem uma ótima formação no ensino médio, amadurecerem com mais autonomia. Até agora vivenciaram uma educação pautada em valores, no amor e na fé. E vamos conseguir. Nós e eles. Sei que não será fácil, mas acreditam que podem e conseguirão. Sofremos agora, porém não vamos ficar alimentando esse sofrimento. Quando penso em algo que possa me deixar triste, mudo logo para outro pensamento.
É preciso deixar claro para eles, que logo, logo as dificuldades passarão. E para isso, preciso ser forte, para transmitir segurança. Principalmente nos momentos que ligam precisando de alguma ajuda. Ninguém consegue dar o que não tem, não é? Por isso é importante que eu me sinta bem, que não fique lamentando, pois assim, as coisas se tornarão mais fáceis e o tempo mais leve, tanto para mim quanto para eles.
Estou aqui, compartilhando, porque talvez alguém já tenha passado por essa situação. E queira deixar para mim algumas palavras. Mas sei que criamos os filhos para seguirem e construírem a sua autonomia de maneira mais estável possível, lembrando sempre de que a mão direita de Deus está sobre eles, como sempre esteve.
Afinal, a educação acompanha o ser humano a partir de seu nascimento e tem sua seqüência ao longo de sua existência, como fundamentamos na palavra de Jesus, que nos pede para assumirmos o compromisso de ensinar a criança, andando com ela no caminho em que deve andar, na certeza de vê-la caminhando por ele enquanto viver sem se desviar dele – adaptado - (Provérbios 22:6).
Abraço a todos e todas,
Lena
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