quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sentir falta de alguém...


Sentir falta de alguém...

Amigos, nesse Blog quero apenas coisas que nos fazem ter uma vida melhor. Que nos levem ao BEM VIVER.

Mas na semana passada, fomos (eu e meu esposo) levar nossos dois filhos para fazerem o ensino médio em outra cidade (400 km de distância). Eu nunca me separei deles antes. Meu esposo foi embora e eu fiquei com eles de segunda a domingo, quando voltei para minha cidade e os deixei lá. Não chorei, mantive o sorriso, olhar alegre.
Ta, mas na segunda, horário de almoço,...cheguei do trabalho, olhei na mesa, 2 pratos postos...quase engasguei. Mas não chorei. Estou tentando ser forte. Quando chega a noite, os dois quartos deles, as duas camas vazias... A cada dia a falta aumenta. Mesmo ligando cedo e a tarde, ( a net deles ainda não foi instalada) vai ficando difícil de segurar o choro. Quase não olho pras pessoas, quando perguntam sobre eles.
Mas temos um propósito: Além de receberem uma ótima formação no ensino médio, amadurecerem com mais autonomia. Até agora vivenciaram uma educação pautada em valores, no amor e na fé. E vamos conseguir. Nós e eles. Sei que não será fácil, mas acreditam que podem e conseguirão. Sofremos agora, porém não vamos ficar alimentando esse sofrimento. Quando penso em algo que possa me deixar triste, mudo logo para outro pensamento.
É preciso deixar claro para eles, que logo, logo as dificuldades passarão. E para isso, preciso ser forte, para transmitir segurança. Principalmente nos momentos que ligam precisando de alguma ajuda. Ninguém consegue dar o que não tem, não é? Por isso é importante que eu me sinta bem, que não fique lamentando, pois assim, as coisas se tornarão mais fáceis e o tempo mais leve, tanto para mim quanto para eles.
Estou aqui, compartilhando, porque talvez alguém já tenha passado por essa situação. E queira deixar para mim algumas palavras. Mas sei que criamos os filhos para seguirem e construírem a sua autonomia de maneira mais estável possível, lembrando sempre de que a mão direita de Deus está sobre eles, como sempre esteve.
Afinal, a educação acompanha o ser humano a partir de seu nascimento e tem sua seqüência ao longo de sua existência, como fundamentamos na palavra de Jesus, que nos pede para assumirmos o compromisso de ensinar a criança, andando com ela no caminho em que deve andar, na certeza de vê-la caminhando por ele enquanto viver sem se desviar dele – adaptado - (Provérbios 22:6).
Abraço a todos e todas,
Lena

16 comentários

suzipan disse...

Oi, já passei por isso também e sei como é difícil, coração de mãe fica partido mesmo, mas somos fortes e eles também são, nós é que pensamos que não. Logo logo essa fase passa e tudo vai ficar bem vc vai ver.

Paz no seu coração

O bEM viVER disse...

Olá, Suzi.

Venho agradecer por solidarizar comigo nesse momento. Olha, a gente não recebe nenhuma dessas palavars dos esposos, pelo menso eu não. Me sinto meio só, porque não qeuro ficar falando com minha mãe nem mana.

Abraço,

Lena

Márcia disse...

Oi, tudo bem?
Nunca passei por isso,mas, sei o que é estar distante de alguém que se ama.
Sinto uma dor profunda por não poder desfrutar da companhia de quem amo.
A verdade é que a vida segue em frente e DEUS vai nos dando forças para continuar.
Permita-me mudar de assunto?
Tenho um blog de nutrição e gostaria que me desse sua opinião.
Muito obrigada pela atenção.
http://www.guiadanutricao.blogspot.com

Lua disse...

Oi Linda, adorei seu blog, dediquei um selinho pra você, não se gosta, mas se gostar passa lá no meu blog para pega-lo ok?

bjs

by sumy disse...

Passei por essa situação apenas uma vez e por poucos meses, mas que pareceram uma eternidade.
Tenha força. Tudo vai dar certo.
Abs

José Manuel disse...

Olá, passei para espreitar as novidades e desejar um ótimo fim de semana.
Um abraço

lesadosemgeral disse...

Aos 23 de idade, minha Carolina casou e foi morar em Porto Velho,RO. Muito choro , muito vazio.
Agora ela mora em Brasília.
Passaram se 9 anos desse afastamento e ela se tornou uma mulher - não mais a menina abaixo da saia da mãe. Está diferente lidar e falar com ela, mas isso mudou o referencial da nossa relação, agora mais amadurecida ela e mais desapegada eu.
Tanto que, com o filho e netos que moram por aqui, já comecei há tempos, um processo de um certo desapego - para que ele o filho com a própria família, também cresçam.
Dói sim.
Mas os caminhos deles são os caminhos deles.
Com eles, espero , estejam os Anjos do Senhor.

Empregador disse...

Oi Lena!

Passando para deixar um grande beijo e te desejar muita luz para você e seus filhotes!

Beijos do seu amigo,

Empregador!

Valdemir Reis disse...

Olá Lena, a paz de Deus entre nos! Estou visitando, parabéns por tão maravilhoso trabalho. Seu Post está magnífico gostei. Excelente. Votos de muito sucesso e muita proteção. Encontraremos-nos sempre por aqui. Estou esperando sua visita. Quero desejar um ótimo final de semana para você, amigos e familiares. Fique com Deus, muito brilho. Forte abraço.
Valdemir Reis

Sissym disse...

Lena, como estão seus filhos? Ambos se adaptaram? Agora que realmente o ano letivo começa. É muito longe de onde eles estão e vcs?

Quanto seus desejos, adorei, porque são humanos, normais, maravilhosos. E se eu fosse a tal Fadinha realizaria todos, de preferência!
Beijos.

Edilza disse...

Ola Lena,

Gostei muito do seu blog. Estou deixando um selinho para você no meu blog Saude pelas Plantas. Passe lá.
Um grande abraço,

Edilza

Tereara disse...

Oi Lena...
Sei exatamente o que estás sentindo.
Passei por isso quando minha filha casou, parece que ficou espaço demais a minha volta.
Bjss (obrigada pela visita e comentário)

Luciano Schüler disse...

Tenho dois filhos e faz 4 anos que um deles mora a mais de mil quilômetros. Imagino o que sentes!
Parabéns pelo blog!
Um forte abraço.

RITA T P disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
RITA T P disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
RITA T P disse...

Olá!
Os filhos seguem seus caminhos. É inevitável. Mas sabemos que estão ali. Preparando seu futuro.
A distãncia é apenas um piscar. Podemos, através das tecnologias, estar em contato diário. Somos felizes. A dor é quando nenhuma tecnologia permite ver, ouvir, sentir. Somente a lembrança, a saudade e uma distância que de tão infinita se faz tão pequena, nos acompanha. E aí passamos a sentir a presença. Mesmo assim, aceitamos que a vida continua e que temos que viver e viver bem! Pois todos aqueles que nos cercam esperam isso.
Beijos!!

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